domingo, 23 de março de 2008

A história do handebol

A história do handebol
Homero, na Odisséia, foi quem primeiro citou o handebol, depois foram os romanos, mas a Alemanha é quem iniciou o jogo como se conhece hoje.


O jogo de “Urânia” praticado na antiga Grécia, com uma bola do tamanho de uma maçã, usando as mãos, mas sem balizas é citado por Homero na Odisséia.
Também os Romanos, segundo Cláudio Galero (130-200 DC), conheciam um jogo praticado com as mãos, “Hasparton”.
Em meados do século passado (1848), o Prof. dinamarquês Holger Nielsen criou no Instituto de Ortrup, um jogo denominado “Haaddbold” determinando suas regras.
Na mesma época, os tchecos conheciam jogo semelhante denominado “Hazena”. Fala-se também de um jogo similar na Irlanda, e no “Sallon”, do uruguaio Gualberto Valetta, como precursor do handebol.
Todavia o Handebol, como se joga hoje, foi introduzido na última década do século passado, na Alemanha, como "Raftball". Quem o levou para o campo, em 1912, foi o alemão Hirschmann, então Secretário da Federação lnternacional de Futebol. Em 1919, o professor alemão Karl Schelenz reformulou o "Torball", alterando seu nome para "Handball" com as regras publicadas pela Federação Alemã de Ginástica para o jogo com 11 jogadores.

Início do esporte: partidas disputadas em campos de futebol

Em 1936, foram padronizadas as regras internacionais da modalidade. No mesmo ano, o esporte entrou no programa olímpico nos Jogos de Berlim, sendo disputado em gramados de futebol. No ano de 1966, os jogos de handebol em campo gramado foram descontinuados, passando o esporte ser realizado somente em salão. Em Munique em 1972, voltou já no formato atual, em quadras de ginásios.
O Handebol no Brasil

Após a I Grande Guerra Mundial, um grande número de imigrantes alemães vieram para o Brasil estabelecendo-se na região sul, trazendo consigos atividades recreativas e desportivas por eles praticadas, dentre os quais o então Handebol de Campo.
O Handebol de Salão somente foi oficializado em 1954 quando a Federação Paulista de Handebol instituiu o I Torneio Aberto de Handebol.
Este Handebol praticado com 7 jogadores e em um espaço menor agradou de tal maneira que a Confederação Brasileira de Desportos - CBD órgão que congregava os Desportos Amadores a nível nacional, criou um departamento de Handebol possibilitando assim a organização de torneios e campeonatos brasileiros nas várias categorias masculina e feminina.

Atualmente o handebol é praticado em mais de 180 países por cerca de 31 milhões de pessoas, com pouco mais de 1 milhão de times espalhados por todo o mundo. Dessas nações, 155 são filiadas à IHF (International Handball Federation), que é a federação internacional deste esporte.
Na Europa é o principal esporte, comparando-se ao Futebol.
No Brasil, o Handebol é o esporte mais praticado nas escolas brasileiras, são quase 20 mil praticantes,

quinta-feira, 20 de março de 2008

TÁTICA DO HANDEBOL

TÁTICA DO HANDEBOL


É a distribuição dos jogadores na quadra de jogo, em determinadas posições específicas, de maior rendimento do jogador, podendo assumir os seguintes posicionamentos táticos:



ARMADORES (CENTRAL, DIREITO E ESQUERDO)


São os jogadores que ocupam a posição central da zona de ataque, colocados próximos aos nove metros.







ALA OU PONTA (DIREITA OU ESQUERDA)
São jogadores que ocupam as laterais e linha de fundo da quadra.






PIVÔS
São os jogadores que ocupam a zona central ou lateral (entre os dois últimos defensores) da quadra, próximo à linha de seis metros.



ATAQUE

FASES DO ATAQUE

A - CONTRA ATAQUE É a passagem rápida da defesa para o ataque, com o envolvimento de um ou mais jogadores, para obter a marcação de um gol. É a ação de passar rapidamente da defesa para o ataque.
B - ORGANIZAÇÃO Após o contra ataque frustrado (em função da defesa conseguir organizar-se), a equipe deverá passar a bola ou driblar (reter a bola) até a ocupação, pelos atacantes, de suas posições específicas predeterminada. C - ATAQUE EM SISTEMA Cada atacante deverá colocar-se em sua posição específica com base na qualidade e característica individual, e de acordo com a proposta de jogo ofensivo que será aplicada no momento.


SISTEMAS DE ATAQUE

A forma como os jogadores se organizam na quadra podem variar de acordo com a tática da equipe, o principal sistema de ataque é o

5 X 1.




DEFESA

FASES DA DEFESA

A - RETORNO - Após a equipe perder a posse da bola no ataque, os jogadores deverão retornar para a defesa o mais rápido possível, e pelo caminho mais curto (linha reta). A corrida deverá ser de frente até o centro da quadra, e de costas após ultrapassar o centro até a linha dos seis metros (para observar um possível lançamento do contra-ataque). Após perder a posse da bola, os atacantes não devem ficar se lamentando do erro e sim, retornar para evitar surpresa.
B - DEFESA TEMPORÁRIA - é o prolongamento da situação anterior. O defensor deverá, em razão do retorno ter sido em linha reta, às vezes atuar fora de sua posição ideal ou de maior rendimento, estabelecida no inicio do jogo.
C - ORGANIZAÇÃO DA DEFESA - Os defensores que ao retornar estão atuando em defesa temporária, após todos estarem posicionados e, surgindo uma oportunidade, deverão retornar para sua posição ideal.
D - DEFESA EM SISTEMAS - Aplicação da proposta de jogo estabelecido no momento, de acordo com o ataque adversário.

SISTEMA DE DEFESA

O sistema de defesa no handebol tem os objetos de:
Dar sentido de responsabilidade coletiva; Possibilitar a ajuda a um companheiro (cobertura e ajuda recíproca ); Reduzir as possibilidades dos arremessos a gol; e, Dificultar a movimentação dos adversários na linha de seis metros.
Um dos sistemas de defesa mais usados é o 6 X 0.

O GOLEIRO NO HANDEBOL

Ainda temos o Goleiro, que no handebol, é de primordial importância não só na defesa mais também no ataque, pois quase sempre é por ele que inicia-se a jogada.

ISSO É SUPER-HANDEBOL!

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!?VAI ENCARAR?!

ME LEMBRA UM ALUNO!

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TODO TIME TEM UM DESSE!

UM ESPORTE DIFERENTE

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NO PAÍS DO FUTEBOL, ESCOLHER OUTRO ESPORTE É ANDAR NA CONTRA-MÃO, MAS SER "IGUAL" É A COISA MAIS CARETA QUE EXISTE, PORTANTO GOSTAMOS DE SER DIFERENTES.

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ARTIGO CIENTÍFICO: TREINAMENTO ESPORTIVO DO HANDEBOL

HANDEBOL: Proposta de periodização de treinamento para preparação técnica e física de atletas na adolescência

http://www.webartigos.com/articles/4152/1/handebol/pagina1.html
Francialdo Freitas Leite

RESUMO: O principal objetivo deste estudo é propor um modelo de periodização de treinamento que leve em consideração a preparação física, técnica e tática de uma equipe de handebol em níveis de iniciação e intermediário com alunos entre 14 e 17 anos de idade. A organização de um programa de atividades é dividida em etapas ou períodos de treinamentos, estes períodos se dividem em macrociclo, mesociclo e microciclo, respectivamente do maior para o menor tempo de treinamento. Para a periodização do treinamento, são levados em consideração aspectos importantes do treinamento desportivo como a heterogeneidade do nível de aprendizagem do atleta, que são divididos em quatro níveis básicos: iniciantes, iniciados, intermediários e alto nível. Relaciona-se o nível de treinamento do atleta aos campos de ação (exercícios básicos, direcionados ou especiais) e aos fundamentos básicos (passe – recepção – progressão – arremesso - drible - finta), e ainda, os princípios científicos do treinamento desportivo.

Palavras-chave: periodização, preparação física, macrociclo, mesociclo, microciclo, heterogeneidade, fundamentos básicos.


INTRODUÇÃO

A periodização é a formulação de um projeto detalhado de preparação, embasado nos princípios científicos do treinamento desportivo, levando em consideração o desporto e as diferentes qualidades ou capacidades físicas nele implícitas e a serem treinadas, o sexo e a idade dos praticantes bem como seu nível anterior de preparação, para de acordo com objetivos preestabelecidos obter o melhor rendimento desportivo.
O principal objetivo do treinamento é fazer com que o atleta atinja um alto nível de desempenho em dada circunstância, especialmente durante a principal competição do ano com uma boa forma atlética (Bompa, 2001).
Considerando que as faixas etárias entre 14 e 15 anos, que é considerada categoria “Cadete”, e 16 e 17 anos, considerada categoria “Juvenil” pela Confederação Brasileira de Handebol, devemos observar as características destes atletas, que ainda se encontram em idade escolar, onde muitas vezes acumulam funções como freqüência em cursos, jornada de trabalho, entre outras condições que possam intervir em um programa de treinamento. Não havendo, portanto, um direcionamento metodológico quanto à periodização de treinamento desportivo para a idade escolar ou não profissionalizado, permitindo o surgimento de metodologias aleatórias, segregadas e, muitas vezes, inadequada para esta realidade. A proposta de periodização aqui descrita tem a pretensão de assegurar uma planificação que possa ser adaptadas ainda, às situações mais comuns na nossa sociedade, e mais especificamente a realidade da Educação Física e do desporto no Brasil, visto que as principais pesquisas científicas que tratam do assunto, apresentam uma proposta de periodização apenas em nível de alto rendimento, com microciclos semanais de domingo a domingo.

GRÁFICO 1: PERIODIZAÇÃO SEMESTRAL DE TREINAMENTO DE HANDEBOL

BAIXE ESTE ARTIGO COMPLETO, OU OUTROS DA ÁREA DE EDUCAÇÃO FÍSICA:

http://www.webartigos.com/articles/4152/1/handebol/pagina1.html

REGRAS BÁSICAS DO HANDEBOL







ÁREA DO GOL

Fica entre a linha de fundo e a linha de 6m. Somente o goleiro pode permanecer na área de gol. O atacante que penetra essa área é castigado com um tiro livre; se for propositadamente e não tiver a posse da bola, será dado tiro livre. O jogador que invadir a área de gol, depois de ter lançado a bola, não está sujeito a qualquer punição, desde que isso não resulte em prejudizo para a ação do adversário.

GOLEIRO / GOL

O goleiro é o único jogador que pode se deslocar para qualquer posição da quadra; é o único que pode parar ou rebater a bola com os pés (mas isso apenas na sua área), fora dela deve jogar como qualquer jogador de linha. Só será considerado gol a bola que lançada regularmente ultrapasse inteiramente a linha de gol por, dentro da baliza.

MANEJO DA BOLA


É PERMITIDO, lançar, bater, empurrar, socar, parar e pegar a bola, não importa de que maneira, com a ajuda das mãos, braços, cabeça, tronco, coxas e joelhos. É PROIBIDO, segurar a bola durante o máximo de três segundos, mesmo ela estando no chão. Fazer o máximo de três passos com a bola na mão. É proibido conduzir ou manejar a bola com os pés.

COMPORTAMENTO

É PERMITINO, para com o adversário - Utilizar os braços ou as mãos para se apoderar da bola. Tirar a bola da mão do adversário com as mãos abertas, não importa de que lado. Bloquear o caminho ao adversário com o corpo.
É PROIBIDO, arrancar a bola do adversário com uma ou duas mãos, assim como bater com o punho na bola que o mesmo tem as mãos.

TIRO DE META

O tiro de meta é ordenado nos seguintes casos: quando, antes de ultrapassar a linha de fundo, a bola tenha sido tocada por um jogador da equipe atacante ou pelo goleiro da equipe defensora, estando este dentro da sua área de gol. O tiro de meta deve ser cobrado dentro da área do goleiro, e só ele poderá colocar a bola em jogo.

TIRO LATERAL

O tiro lateral é ordenado desde que a bola tenha ultrapassado totalmente a linha lateral. Ao ser cobrado o jogador deverá manter um pé sobre a linha lateral e o outro fora da quadra, caso isto seja desrespeitado o árbitro poderá ordenar nova cobrança de lateral ou aplicar reversão, dando o direito da cobrança a equipe adversária.

TIRO DE 7 METROS

Este tiro apenas é ordenado com a execução de uma falta grave sobre o adversário; no momento da cobrança os jogadores da defesa e ataque deverão permanecer atrás da linha de 9m. O jogador que for cobrar deverá manter um pé fixo perante a linha de 7m, não podendo evadi-la ou mover este pé.

TIRO LIVRE

É ordenado tiro livre nos seguintes casos: entrada ou saída irregular de um jogador; mau comportamento; faltas cometidas pelos jogadores na área de gol; lançamento intencional da bola para sua área de gol; faltas do goleiro; execução ou conduta irregular nos tiros de lateral, escanteio, livre, tiro de meta e 7m; atitude antidesportiva.

O TIRO DE ÁRBITRO

Um tiro de árbitro é ordenado nos seguintes casos:
A) Quando os jogadores das duas equipes cometem ações anti-regulamentares ao mesmo tempo, na quadra.
B) Quando a bola toca o teto ou objeto fixado sobre a quadra (11.2, 12.3, 13.2, 18.7c)
C) Quando o jogo é interrompido sem que tenha havido qualquer infração, e a bola não esteja em poder de nenhuma equipe.
Sem apitar o árbitro central lança a bola verticalmente para cima no local onde ela se encontrava no momento da interrupção do jogo.
Se este local está situado entre as linhas de área de gol e de tiro livre, o tiro de árbitro é executado do local mais próximo fora da linha de tiro livre.
Na execução de um tiro de árbitro, todos os jogadores, salvo um de cada equipe, devem estar pelo menos 3m do árbitro (13.1o). Os dois jogadores devem estar um de cada lado do árbitro, cada um do lado de seu próprio gol. A bola somente poderá ser jogada quando atingir o seu ponto mais alto.
Obs: Os jogadores poderão tocar, ou dominar a bola para si mesmo.

EXECUÇÃO DOS TIROS

Antes da execução de todos os tiros citados acima a bola deverá pousar na mão do lançador e todos os jogadors deverão ter tomado a posição regularmente. Apenas o lançador pode tocar na bola e este não deve ficar batendo-a contra o chão, pois o árbitro pode considerar o tiro como cobrado e aplicar reversão da jogada.